Nessa segunda-feira, dia 26 de janeiro de 2009, Tony Bellotto escreve na sua coluna da veja.com do seu horror, em ver crianças mortas nas capas de jornais, em detrimento das guerras em redor do mundo. Inclusive, transcrevo aqui, o final de sua crônica: FELIZ ANO NOVO: Pedradas, minas, bombas, socos, pontapés, cusparadas. De um lado, líderes circunspetos, homens do povo, jovens idealistas, soldados, ativistas, políticos, terroristas e sua compulsão cega à violência. De outro, mães chorando a morte de seus filhos. Estou sendo ingênuo? Sempre me dizem isso também. Deve ser verdade. E crianças continuam a aparecer mortas nas páginas dos jornais.
Fico abestalhado, esse é termo que usarei para falar de dois fóruns que teremos recentemente. O Fórum social de Belém do Pará (Brasil) e o Fórum Econômico de Davos, na Suíça. Será que todas as transformações que passamos em cem anos, as experiências de duas guerras mundiais, guerras civis, as revoluções, governos populistas, separação entre capitalismo e comunismo, por último socialismo e capitalismo, guerras em nome de Ala? Nada nos foi pedagógico? Que situação hipotética!
Tudo isso nos remete a intolerância do ser humano, em ambicionar sempre e dividir o mundo conforme sua conveniência egoísta e egocêntrica. Daí, faço a seguinte pergunta também? Será que estou sendo ingênuo em desejar que esses dois fóruns, que no seu propósito são corporativos, ambos fazer no final de cada encontro, uma agenda de discussão, e posteriormente em conjunto avaliarem cada sugestão? Para que no final, possam produzir uma agenda comum, formando assim um conjunto de medidas e ações, para que os governos em comum acordo façam as experiências dessas medidas em seus respectivos países, respeitando cada cultura e suas realidades? Será que esse meu questionamento, não passa por você também? Será que membros de ambos os fóruns não pensam assim também?
Hora! Sabemos que as grandes discussões de ambos são semelhantes, haja vista, que as sugestões de resolver esses mesmos problemas também são muito similares. Então? Porque essa divisão? Porque não juntar tudo isso no final, e colocar o homem acima de todos os sentimentos individualista de cada classe.
Será que a questão do meio ambiente não teria mais frutos com a discussão de quem produz o prejuízo, juntamente com aquele que tanto fala em proteger?
Será que o grande problema econômico que vive o mundo, não seria mais conveniente a discussão por quem mais causou o ardil, e por aquele que mais sofre com a falta de crédito, e por conseqüência, desemprego e a falta de riquezas?
Sabemos que ambos os fóruns são muito mais abrangentes, contudo, muito comum em seus aspectos. Deixo aqui em minha coluna, uma reflexão, de como o homem gosta de divisão, do qual o absolutismo supera a integração. Isso não parece ser um pouco patético? Será que sou muito ingênuo?
Até a próxima! Pra frente e pro alto!